Uma conquista importante para as mulheres que enfrentam o câncer de mama vem sendo colocada em prática no SUS. O sistema público passou a oferecer o trastuzumabe entansina, conhecido como T-DM1, um medicamento de última geração para o tipo HER2-positivo, uma das formas mais agressivas da doença.
Ele é diferente da quimioterapia comum. Funciona como uma terapia direcionada, que ataca de forma mais precisa as células do tumor e poupa as células saudáveis, com potencial de reduzir de maneira significativa a mortalidade nas pacientes que se enquadram na indicação.
Até pouco tempo, esse remédio só era acessível na rede particular ou por decisão da Justiça, porque o frasco custa milhares de reais. Agora começa a chegar à rede pública, com entregas escalonadas ao longo deste ano.
A Dra. Saniely Freitas (@direitosquecuram), advogada especialista em Direito Médico, faz uma observação importante:
“Quando um medicamento passa a integrar o SUS e a paciente tem indicação médica, ele vira um direito. Se houver demora que coloque a saúde em risco, ou negativa de acesso, existe caminho para garantir o tratamento. No câncer, tempo é tudo.”
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