Um medicamento que custa mais de R$ 37 mil por mês de tratamento. Foi esse o cenário que levou um paciente com linfoma à Justiça depois que o plano de saúde se recusou a fornecer o zanubrutinibe (Brukinsa®), remédio oral usado contra alguns tipos de câncer no sangue.
A decisão? O tribunal concedeu uma liminar obrigando o plano a fornecer o medicamento em 5 dias, sob pena de multa.
E aqui está o detalhe que pega muita gente de surpresa: o Brukinsa já consta no rol da ANS para esse tipo de linfoma. Mesmo assim, há negativas, quase sempre escondidas atrás de “critérios técnicos” ou da forma como o remédio foi prescrito. É aí que mora o problema.
A Dra. Saniely Freitas, especialista em Direito Médico, explica o que vê na prática: “A maioria dos pacientes recebe a primeira negativa e acredita que ali acabou. Não acabou. Negativa de plano não é sentença, é o começo de uma conversa que, na maioria das vezes, a operadora não esperava ter. O primeiro passo é simples: exija a recusa por escrito.”
⚠️ Antes de qualquer coisa: peça a negativa por escrito. É esse documento que abre todas as portas.
👉 Conhece alguém enfrentando uma negativa do plano? Marca essa pessoa nos comentários, essa informação pode mudar o tratamento dela.
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