A promotora Érica Canuto afirmou que a condenação de José Mateus Dantas foi justa e baseada em um conjunto sólido de provas apresentadas durante o julgamento. Segundo ela, o Ministério Público cumpriu seu papel de defender a verdade, a vida e a dignidade da vítima, destacando que a prova pericial, considerada fundamental, aliada aos depoimentos, foi determinante para esclarecer os fatos em plenário.
Durante sua fala, a promotora também criticou duramente as tentativas de desqualificar a imagem de Gecinalda Dantas, conhecida como Naldinha, ao longo do júri. Para Érica, as acusações contra a vítima representaram uma “nova violência”, ao tentar manchar a trajetória de uma mulher trabalhadora e respeitada na cidade. Ela ainda ressaltou a importância da investigação policial e das perícias realizadas, que, segundo afirmou, foram essenciais para comprovar a autoria e a materialidade do crime.