Laboratório de Lavagem de Dinheiro da Polícia Civil do RN é o primeiro a receber treinamento da Rede Nacional de Laboratórios de Tecnologia

Policiais civis que atuam no Laboratório de Lavagem de Dinheiro da Polícia Civil (LAB-LD/PC/RN) estão recebendo, desde segunda-feira (9), um treinamento realizado por uma equipe composta por integrantes da Rede Nacional de Laboratórios de Tecnologia (REDE-LAB) e do Ministério Público Militar. O objetivo é capacitar os policiais para o uso de um conjunto de soluções tecnológicas, proporcionando celeridade no atendimento das demandas dos laboratórios e o uso racional dos recursos. O treinamento está sendo realizado na sede do LAB-LD/PC/RN, localizada no prédio da Delegacia Geral de Polícia (DEGEPOL), e se encerrará nesta sexta-feira (13).

Instituída pela Portaria SNJ nº 242 de 29 de setembro de 2014, a Rede Nacional de Laboratórios de Tecnologia (REDE-LAB) é o conjunto de Laboratórios de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro instalados no Brasil. Sua principal característica é o compartilhamento de experiências, técnicas e soluções voltadas para a análise de dados financeiros, e, também, para a detecção da prática da lavagem de dinheiro, corrupção e crimes relacionados.

A equipe responsável pelo treinamento é composta pelo coordenador da Rede Lab, César Medeiros Cupertino, além da equipe de desenvolvimento da “suíte” Argus, vinculada ao Ministério Público Militar (MPM), formada pelo coordenador de Tecnologia da Informação (TI), Dino Elias Pinto, pelo desenvolvedor, Walter Vieira Sarmento Júnior, pelo analista contábil, Caio Maciel Soares Botelho, pelo quarentenista, Mateus de Freitas Rodrigues e pelo analista de infra-estrutura, Felippe Ricino de Morais.

De acordo com César Cupertino, coordenador da Rede Lab, o Laboratório de Lavagem de Dinheiro da Polícia Civil do RN é o primeiro a receber esse treinamento e está servindo como um “piloto” do projeto, no qual apenas 9 unidades foram selecionadas. “É importante ressaltar o potencial do LAB-LD/PC/RN e a relevância da capacitação e da melhoria da infra-estrutura para o incremento dos trabalhos por ele realizados. É essencial um olhar da instituição voltado para as atividades dos laboratórios de lavagem de dinheiro, buscando sempre mais estrutura e recursos humanos.”