Cisternas construídas pelo SEAPAC chegam a Lagoa Nova

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A captação e armazenamento de água para beber e cozinhar, através das cisternas da primeira água, que chegam a guardar 16 mil litros, é um dos meios de adaptação e convivência com o Semiárido. Os agricultores das comunidades rurais do município de Lagoa Nova, que foram beneficiados através do contrato 013/2014, parceria entre o Serviço de Apoio aos Projetos Alternativos Comunitários (SEAPAC), a Secretaria de Estado do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (SETHAS) e o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), já estão esperando a conclusão da segunda etapa da construção das tecnologias.

As famílias beneficiadas sofrem com as dificuldades do acesso à água com qualidade e em uma quantidade adequada para suprir as necessidades diárias. As implementações sociais garantem a necessidade de universalização do direito da água para beber e cozinhar, além de possibilitar a segurança nutricional e alimentar. A agricultora Marinalva Firmino dos Santos, moradora há oito anos da comunidade São Francisco, relatou que a tecnologia será muito útil para sua família e que é preciso utilizar o que foi aprendido no curso de Gerenciamento de Recursos Hídricos (GRH).

“Aqui é muito difícil de guardar água, porque na minha casa não tinha nem um tanque. Mas agora, com essa cisterna, a gente só precisa esperar a chuva e usar a água para beber e cozinhar, cuidando da cisterna como aprendemos no curso”, disse Marinalva. As próximas cidades beneficiadas serão Jucurutu, Tenente Laurentino, São José do Seridó, Acari, Ouro Branco, Santana do Seridó e São Vicente. Em Bodó e Cerro Corá as construções já foram finalizadas. No total, 1.204 famílias terão acesso a tecnologia da primeira água.

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