Três dias após ser encontrado na ‘ilha da cocaína’, corpo que pode ser de carioca desaparecido segue sem identificação

Família de Bruno Rodrigues Magalhãs ainda busca pelo carioca
Família de Bruno Rodrigues Magalhãs ainda busca pelo carioca — Foto: Reprodução/Instagram

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que, até o momento, o corpo encontrado no último sábado, em uma área de difícil acesso na Praia do Sangava, no litoral do Guarujá, ainda não foi identificado. O local onde o cadáver foi achado é o mesmo em que o carioca Bruno Rodrigues Magalhães, de 34 anos, desapareceu há 18 dias.

O corpo foi encontrado pela própria família de Bruno, que realizou buscas na região por conta própria após o seu sumiço. Devido ao estado parcialmente carbonizado, contudo, não foi possível identificar de imediato a vítima.

O corpo foi, então, encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML), onde acontece a tentativa de identificação pelos ossos dos dedos. A SSP-SP, porém, ainda não recebeu retorno quanto ao resultado do processo.

Se o IML não conseguir concluir de quem é o corpo por meio das falanges, no caso de estarem comprometidas, o próximo passo será aguardar a presença de possíveis familiares para que a tentativa de identificação aconteça através da análise da arcada dentária. Em última instância, a investigação será realizada por DNA.

Desaparecido desde o dia 14 de março, Bruno estava acampando na Praia do Góes, no Guarujá. No último contato com sua mãe, ele avisou que ficaria um dia sem telefone porque não teria onde carregá-lo. Um barqueiro encontrou a barraca do turista próximo à praia do Sangava. Dentro dela estavam alguns de seus pertences, como carteira, dinheiro e documentos pessoais. O celular do carioca não foi achado.

Uma jovem citou um homem com características físicas semelhantes às de Bruno ao registrar um assalto a mão armada no dia 16 de março. Segundo consta no boletim de ocorrênica, três bandidos pediram a corrente de ouro e uma pulseira dele, que reagiu e teria sido baleado na coxa esquerda.

A praia em que Bruno fazia trilhas é considerada um lugar perigoso. Conhecido como “ilha da cocaína”, o local privilegiado pela localização à beira do mar é utilizado por traficantes para esconder drogas que são enviadas para fora do Brasil.

(estagiário sob supervisão de Luã Marinatto)

Fonte: O Globo

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