Setor de eletrônicos deve lucrar R$ 15 bi na Black Friday, diz associação

Shopping Conjunto Nacional
Pesquisa mostra que jovens de 18 até 34 anos têm maior intenção de compra

O setor de eletrônicos deve lucrar R$ 15,5 bilhões durante a black friday, prevista para 24 de novembro deste ano. É o que mostra pesquisa da Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços), encomendada ao Instituto Datafolha.

O levantamento indica que o brasileiro deve gastar, em média, R$ 1.380 em compras na data. Além disso, 33% dos consumidores disseram que pretendem gastar mais neste ano, 22% acreditam que manterão o mesmo valor e 28% planejam gastar menos.

Quanto ao perfil dos consumidores, os jovens até 34 anos têm maior intenção de compra:

Em relação à classe social dos consumidores, 56% da A e B pretendem gastar, em média, R$ 1.608. Já 52% da classe C pretende desembolsar R$ 1.403 nas compras.

A pesquisa também separou a intenção conforme gênero:

As regiões Norte e Nordeste lideram as intenções de compra de produtos e serviço, representando 51% e 50%, respectivamente. No entanto, apresentam valores abaixo da média nacional:

A pesquisa também considerou os meios de pagamento. O cartão de crédito apareceu em 1º lugar, com 44% da intenção de compras. Em sequência estão:

Homens e mulheres consultados pela pesquisa afirmaram dar preferência ao cartão de crédito em suas compras com 44% e 45%, respectivamente.

O cartão de crédito também lidera a compra por faixa etária:

A maior parte dos consumidores ouvidos pelo levantamento demonstraram preferência pelas compras em lojas físicas: 55%. Os que pretendem comprar em plataformas on-line representam 47%. Só 3% dos consultados não soube responder.

Lojas físicas também lideram nas intenções de compras de mulheres (57%) e homens (53%).

Já em relação à faixa etária, a preferência pelo tipo de loja muda. Jovens de 18 a 24 preferem lojas on-line (55%), assim como os de 25 a 34 anos (58%). Isso muda nas pessoas com mais de 35 anos, que preferem lojas físicas:

Maioria dos consumidores das classes A e B afirmam que irão comprar on-line (63%). Já os da classe C (56%), D e E (67%) optam por lojas físicas.

Fonte: Poder360

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