“Eu quero todo mundo armado!”, disse Bolsonaro em cobrança a Sergio Moro

No dia anterior à publicação de uma portaria que elevou a quantidade de munições que civis com posse e porte de armas podem comprar, o presidente Jair Bolsonaro defendeu em reunião ministerial que o povo se armasse para evitar uma ditadura. O volume autorizado, que era de 200 cartuchos por ano, passou a ser de até 300 unidades por mês, a depender do calibre do armamento.

A portaria foi publicada no dia seguinte, com a assinatura do ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, e do então titular da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. Na sequência do encontro, Bolsonaro disse que os ministros que não apoiam a defesa da família e do armamento, entre outros pontos, estão no “governo errado”.