Enem 2023: Saiba os principais temas a revisar para a prova de Ciências da Natureza

Aula de preparação para o Enem 2023
Aula de preparação para o Enem 2023 — Foto: Hermes de Paula / Agência O Globo

O segundo dia de prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) terá 90 questões, divididas entre as áreas de Matemática (45 questões) e de Ciências da Natureza (outras 45) – que inclui Física, Química e Biologia.

Para auxiliar na revisão de última hora, O GLOBO pediu a professores indicações dos assuntos importantes nas três disciplinas, relacionados abaixo. Uma recomendação geral é que o estudante deve ficar atento à contextualização de eventos do cotidiano: as questões do Enem frequentemente se baseiam em situações da vida real, o que torna importante compreender e interpretar o contexto em que os problemas são apresentados.

Este conteúdo faz parte do canal digital especialmente voltado para estudantes do Enem, e criado em parceria com a Plataforma AZ de Aprendizagem. Até a data da prova, que acontecerá nos dias 5 e 12 de novembro, reportagens exclusivas serão publicadas no site do jornal. Os alunos também podem acessar gratuitamente um almanaque especial com dicas preciosas para os candidatos.

Eletrodinâmica: Assunto bastante incidente, já que consegue ter fácil contextualização com o cotidiano. Questões envolvendo potência elétrica, consumo de energia e circuitos elétricos e as leis de Ohm devem aparecer.

Calorimetria: Outro assunto muito recorrente pela fácil contextualização. A potência é assunto importante, assim como o fluxo de calor, formas de propagação, quantidade de calor e equilíbrio térmico.

Eletricidade: Prioridade para a eletrodinâmica, relações entre as grandezas físicas envolvidas nos conceitos de potência elétrica, associação de resistores, como associar geradores elétricos com outros instrumentos num circuito, medidores elétricos.

Mecânica: Podem aparecer questões com foco em cinemática, retomando conceitos e fórmulas em movimento circular e lançamentos e composição de movimentos.

Óptica: Vale revisar as leis da reflexão e refração, além de ficar atento à aplicação dos sistemas ópticos no cotidiano.

Química orgânica: Destaque para a classificação de cadeias carbônicas, acidez e basicidade de compostos orgânicos, isomeria, funções orgânicas, polaridade de compostos orgânicos, reações orgânicas.

Química inorgânica: Vale retomar métodos de separação de misturas e tratamento da água, funções inorgânicas, polaridade e forças intermoleculares.

Estequiometria geral: Compreensão das relações quantitativas entre os reagentes e produtos em uma reação química, o que é crucial para o cálculo de quantidades de substâncias envolvidas.

Poluição e combustíveis fósseis: O Enem costuma abordar esse tema, envolvendo o conhecimento de substituição desses combustíveis (como energia eólica, álcool e biodiesel) para diminuir o efeito estufa, bem como os processos utilizados para tornar a água potável e para tratar o esgoto, visando reduzir a poluição e os impactos ambientais.

Análise por titulação e seus conceitos fundamentais: Aplicação de técnicas de medição e cálculo para determinar a concentração de substâncias em uma solução através de reações de titulação.

Citologia e metabolismo energético: Podem aparecer questões sobre envoltórios celulares, organelas celulares e suas funções, bioenergética (respiração celular e fotossíntese).

Zoologia: Destaque para a classificação dos seres vivos, habitat e modo de vida, bem como os aspectos embriológicos, fisiologia e reprodução.

Ecologia: Foco maior em desequilíbrios ecológicos e ciclos biogeoquímicos. Além disso, retomar relações ecológicas, dinâmica populacional, biomas brasileiros e adaptações dos seres vivos ao ambiente.

Genética e biotecnologia: O estudante deve focar a revisão na genética clássica e molecular, clonagem, células-tronco e transgênicos.

Parasitologia: agente etiológico causador da doença, formas de contágio e medidas profiláticas. Como o saneamento básico ainda é um problema sério no Brasil, o Enem pode relacionar a parasitologia a esse tema.

Colaboraram os professores Daniel Ávila, da Plataforma AZ; Ricardo Deps, da Escola SEB Lafaiete; Simone Yamasaki David, do Colégio Leonardo da Vinci; e Gilberto Tavares Machado, do Colégio Matriz Educação.

Fonte: O Globo

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