Diretor do CDS, Padre Costa explica posição contrária à transformação da rua na qual se encontra o Colégio em mão dupla

Em carta enviada aos professores, funcionários e pais dos alunos do Colégio Diocesano Seridoense, o diretor Padre Costa informou que desde o primeiro momento que está à frente do Colégio Diocesano Seridoense, há quase oito anos, tem feito todo esforço possível, para fazer com que o trânsito funcione da melhor forma possível, com várias medidas concretas que pudessem ajudar no bom andamento do tráfego nas adjacências do CDS, tais como:

O Colégio Diocesano arcou com os custos do serviço de calçamento da Rua Adélia Marinho, por trás do CDS, no ano de 2018. A prefeitura deu o material e o Colégio arcou com toda a mão de obra; O Colégio fez as lombadas na referida rua para evitar alta velocidade, já que é a entrada e saída das crianças da Educação Infantil e Ensino Fundamental I (crianças de 02 a 10 anos);

Em 2019 esta Direção dialogou com o setor da Prefeitura Municipal e o Departamento de Trânsito da Polícia Militar para transformar a Rua Adélia Marinho em sentido único (do bairro Paraíba em direção à Avenida Rio Branco). Inclusive nesse processo, o Colégio se comprometeu em comprar as placas de sinalização e instalá-las. E assim foi feito;

O CDS também fez lombada em frente a sua entrada principal, na Rua da Praça Dom José Delgado, para evitar alta velocidade, bem como adquiriu e instalou placas de sinalização, para tentar evitar mão dupla numa rua que é sentido único e colocar em risco a vida dos nossos alunos (Ensino Fundamental II e Médio), no momento da entrada e saída do Colégio;

Na carta, Padre Costa deixou claro que em momento algum tentou barrar o estudo sobre o trânsito em torno do Colégio Diocesano Seridoense. “Simplesmente deixei clara a minha posição, num programa de rádio, diante de um possível estudo da possibilidade de transformar a rua na qual se encontra o CDS em mão dupla, o que acarretaria sérios transtornos para nossa comunidade escolar. E a minha posição clara, transparente, veemente e contrária à transformação da rua da Praça Dom José Delgado em mão dupla, se justifica por três razões principais, entre outras: a) o zelo que tenho para com as nossas crianças, para que elas possam chegar e sair do Colégio sem riscos de acidentes; b) a necessidade que os pais têm de poderem parar para entregarem suas crianças ao Colégio e poderem sair a tempo de chegarem ao trabalho, sem ter que lidar com uma rua em sentido duplo; c) todas as medidas (inclusive com custos) que o Colégio tomou para tornar o trânsito minimamente viável. Desta forma entendo que não podemos retroceder nos passos que foram dados em vista de um aperfeiçoamento do trânsito nas artérias nas quais o Colégio Diocesano se encontra”, explicou.