Caroline Maciel é a nova Procuradora Regional Eleitoral do RN

A sessão plenária desta terça-feira (01) no Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte marcou o início do mandato de Caroline Maciel como a nova Procuradora Regional Eleitoral do RN. Ela passa a representar o Ministério Público na Corte Eleitoral potiguar durante os próximos dois anos.

“A sessão plenária passada foi a tristeza da despedida e hoje é a alegria da chegada. Recebemos a Dra. Caroline Maciel, que chega para abrilhantar a Corte, representado a PRE. Destacou-se bastante nos serviços prestados na Procuradoria da República do nosso estado e agora assume como a segunda mulher a ocupar o cargo de Procuradora Regional Eleitoral, vindo contribuir com os serviços da Justiça Eleitoral potiguar. Seja bem-vinda!”, ressaltou o presidente do TRE-RN, Desembargador Glauber Rêgo.

Caroline Maciel, que também foi saudada pelos demais membros da Corte, comentou a honra em assumir essa nova missão. “Entendo que a função eleitoral é uma das mais importantes do Ministério Público. Na medida em que cabe ao Ministério Público, assim como a Justiça Eleitoral, tutelar a lisura do processo eleitoral, pode-se concluir que, cada vez que conseguirmos legitimamente impugnar um candidato, será uma maneira de estarmos protegendo a sociedade. Mas não nos cabe somente a tutela da lisura do processo eleitoral, cabe-nos também a adoção de medidas que possam fortalecer a democracia, resguardar o pluralismo político e estimular a participação dos diversos segmentos da sociedade na vida política do país, de forma que o povo brasileiro, na sua diversidade, seja adequadamente representado”, afirmou.

Ela comentou também a importância de dar continuidade ao trabalho que já vinha sendo realizado pelos colegas. Pretendo dar continuidade à atividade dos meus antecessores, lutar contra a corrupção, contra a arrecadação e gastos ilícitos de campanha, o desvirtuamento da propaganda eleitoral e o abuso de poder em todas as suas exteriorizações, colaborando com a Justiça Eleitoral para aperfeiçoar os mecanismos que conduzam uma eleição proba na qual a legitimidade da soberania popular seja plenamente respeitada.