Comissão aprova “distritão” e fundo público de R$ 3,6 bi para campanhas eleitorais

A Comissão especial da Câmara que analisa a reforma política aprovou, na madrugada desta quinta-feira (10), dois pontos que mudam as regras do sistema eleitoral brasileiro. Um deles foi o chamado distritão, que estabelece a eleição apenas dos candidatos mais votados.

Esse modelo é diferente do que vigora atualmente no Brasil, que é o proporcional, onde as vagas para deputados federais, estaduais e vereadores são divididas de acordo com o quociente eleitoral, que estabelece quantas vagas o partido terá direito. Outro ponto que passou pela Comissão foi o que determina um fundo público para financiamento de campanha de R$ 3,6 bilhões. A medida, de acordo com o relator da matéria, deputado Federal Vicente Cândido (PT-SP), vai tornar mais baixo os custos aplicados em campanhas eleitorais.